01 Os anjos na Sagrada Escritura: do Gênesis ao Apocalipse
Do Jardim do Éden ao Apocalipse, um percurso pela presença dos anjos na história da salvação, com atenção ao desenvolvimento interno da Revelação e à linguagem simbólica da Bíblia.
Doutrina católica sobre os anjos, a Sagrada Escritura e a missão de São Miguel Arcanjo.
Do Jardim do Éden ao Apocalipse, um percurso pela presença dos anjos na história da salvação, com atenção ao desenvolvimento interno da Revelação e à linguagem simbólica da Bíblia.
Mensageiros, guardiões, combatentes e adoradores: a missão angélica na Bíblia permanece sempre ministerial e subordinada à providência divina.
Uma distinção rigorosa entre o núcleo revelado da queda dos anjos, as interpretações tradicionais e as hipóteses que a teologia pode legitimamente formular.
A guarda angélica na Escritura e na Tradição, entendida como participação na providência de Deus e não como promessa de imunidade ou acesso a conhecimentos esotéricos.
O núcleo da fé católica sobre os anjos: criaturas espirituais, pessoais e imortais, criadas por Deus e compreendidas sempre dentro da centralidade de Cristo.
A classificação tradicional dos nove coros reúne nomes bíblicos e uma grande elaboração teológica, sem transformar a sistematização posterior em artigo de fé.
A distinção entre adoração e veneração protege a devoção angélica: Deus recebe latria; os santos anjos, honra subordinada que nunca pode se transformar em técnica espiritual ou superstição.
Miguel, Gabriel e Rafael são os três nomes angélicos fornecidos pelo cânon católico; os demais nomes pertencem a outras tradições textuais e não devem ser apresentados como revelação bíblica destinada à devoção latina.